domingo, 6 de setembro de 2009

fusco

O cio de tudo que não faz parte da pervesa condiçÃo de possuir!
O baixo das contradições mais ilárias.
Fomento a propriedade mais intensa em seus lábios.....
Sob meus pés o mármore de melhor estirpe!!!!!!!
Rindo com a vencedora da palma de ouro.
Jam session com todos os songs books!!!!!
Delícia ter a Lagoa sob a luz colorida dos postos da Hudson!!!!
O fusco mais claro não se pode ver.
Assim amo me afogar!!!!!!
Claro e intenso no preto eficiente.
Acima de tudo nenhuma letra incorreta no rodapé do drama!
Tão distante nem vejo seu rosto ofuscado na trama da soberba.
Liga mais não funciona, acende mais não queima, chora mais não se emociona!!!
Assim fico fã do lusco-fusco da lagoa que me diz :
O que rebrilha sobre as águas têm sabor de sonho

sábado, 29 de agosto de 2009

corrida

Correr de todos que leram grandes clássicos.
Lembrar de amores que não realizaram percursos!!!
Não lembrar de ti no auge da madrugada.
Solicitar a dor num paliativo qualquer.
Porquê se seus lábios me chamam da escuridão idolatrada?
Vou correndo pra dentro das portas.
Nem cansado. Nem acuado. Olhando as escolhas...
Correr pra agredir a face excusa do comum.
Ninguém diz nada só seu olhar é o mistério.
Claro! A americana no lado mais popular da Guanabara.
É seu desejo que eu corra pro amálgama. Na sua carne.
O sol origem daqui favorece gastar meu destino.
Respiro fundo pra te mostrar meus dentes nervosos!
Correr traz o balanço do tempo desesperado.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

fogo

Tempos de separaçÃo de bens que influem na vida atual!
O lado de um foco nas entranhas mais bem fotografadas!
Vejo uma ardência no corpo uma nescessidade de pular!
O yage dos indígenas translúcido louco de fé acima do inominável!
Quero crer que minhas palavras me salvam de um torpor maior de resistência!
Uma grande atriz que ferve aos olhos desconhecidos pulsa de ódio e temor numa comédia!
Sim vi uma saída nas fontes de uma logoa escura apartir de uma vista de 12 andares!
Se posso seguir um passo justo mantenho meu olhar em você mais que tudo em você!
Em cartaz na quadra pulsante do melhor time do país onde os craques vestem vermelho!
E preto é o cobre dos corpos que desfilam aqui onde as pedras gritam na boa!
Não sei mais onde posso pensar em não ser assim certo ou errado mais assim!
Não sujiro a lógica mais sim a irascível proposta de entender nos poros!
Uma dor que agora se ungiu de ferro e fogo puro ornamentou-se de sagrado!
Como curvas flutuantes no jardim do éden onde vejo Sherazade de lábios carnudos!
Rimando poesia e corpo sensorial li tudo e vc contou mais e mais e mais....
....agora ultrapasso as linhas desta fala me despedindo sem pensar no caos....

sexta-feira, 31 de julho de 2009

extrair

Atravessando o olhar nessa nave de cor extremada!
Voltei a falar dos superlativos da ingloriosa fome !
Pensando através da máquina de um paparazzi vejo seu olhar agudo!
Não vou retroagir em nenhum conceito flutuante de realidade!
Dentro deste escuro meu cérebro retransfigura as imagens retorcidas!
Pensava que viver seria derrotar o demônio pestanejante da vontade!
Mais muito melhor é estar ao lado de uma grande atriz corada de emoção!
Alma em fulgor dilacerando meu terror por amar sem sentido!
Esta frase nos tirará da mortalidade.
Sobretudo este escuro me fascina e enobrece!
Não sei saber de querer ser.
O escuro transborda tudo que é demais!
Fui tão longe em extrair o coração.
A terra escreve os extremos no rosto e no corpo.
Maiúscula língua nessa poética do absurdo !
Horizonte se funde negro e atropela.
Seguem a esposa infiel do amante meretriz!
O enigma de estar presente no outro.
Jorra sentido respirando no escuro.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

cruel

A cidade a arte, até iludir a vida!
Isso que se fazia no século passado.
Do amor às paixões, se está só.
Golfa sangue dos corações vilaniados.
O tempo cruel das segundas-feiras.
Pede pra explicar o mar.
As ondas que expelem.
Segue um anjo fujindo da frente.
Trememos de sede.
Há uma boca encarnada!
Corpos que as cheiram envenenadas.
Sabe das estrelas sem segredo.
Não engoliram as pílulas da existência!
Recobrar os sentidos em outro canal.
Os simbióticos declamam seus sentidos.

domingo, 10 de maio de 2009

justa

Atrás amigo do finito que nos guarda!
Pensei tanta vezes e agora sei que refez!
Passarão pela porta estreita?
Eu me esticava pros abraços!
De mim mesmo nada restou!
A certeza do aqui vendo!
As vezes que pintou seus cabelos !
Escrever este desterro mais febril!
Mais próximo pra andar nas vigas de uma sede !
Afastado, corro, pra logo suar minha existência!
O trecho descompassado do meu nervo que estanca.
As horas, neste tempo sem fim.
Superlativo que descrevo.
Escambo a inutilidade do ser!
O reflexo do castigado compromisso ideal.
Viver a possibilidade que soa inadmissível.
Caracterizar uma justa liberdade!
Palavras fora da presa que consome!
Invariável o não ser, e ter nas mãos seu corpo.
E é isso: os dentes do destino.
Sonho cravado nas ventas.
Onde a respiração dos lobos diz agressividade.
Nas as águas do mundo!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

partido



Tudo deve estar deserto e morto mais possui coragem.
Guerreira que corta a garganta de um desavisado.
Quando briguei pra amar e explorava o absoluto.
Não existir palavras num moderno registro do momento.
Durante muito tempo no leito percebi estar o meio do caminho.
Nas regras em que andei meu quadro foi de eplepsia.
É assim que se escreve o acertei em cheio na poesia errada.
Assassino a mim mesmo em toda orla da página.
Pela dor de não existir amor , só longe de todos.
No quarto a escrita do absurdo adiante!
Quero estar entre os mitos sem transformação.
Pra ti que caminha com meu coração partido nas mãos.
A ponta do salto fincado lá, bandido armado.
Exalo o sorriso, cultivando a tarefa anacrônica.
Os estúdios e a grandeza das forças mundanas!
Conseguir ouvir o falar!
Usaria a sentença dos humanos em aplacar a conduta!
Lindos Cisnes, as garças colhem seus peixes, arte reflexo.
Em dois levaremos os sinais abrindo para os efêmeros.
Abençoados por esta parábola da divina morte !
Que rezo os sacrifícios , rendo peles na lembrança de uma bailarina.
Pensado assim, escrevi o passado.
Agora posso seguir mais uma vez.