sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Emir


Eu pensei em dizer a sherazade sobre as lidas de amor,
mais nada supera sua astúcia no amor infinito!
Sussurando no meu ouvido melodias populares, os meus sentidos
focaram e me vi num desejo imperial de ser seu Emir!
Todos os sssssss que ela dizia sibilavam no meu coraçao, estremecendo as fibras do meu peito.
Urrei aos meus ancestrais por esta lança ferina!
Pudera embutir o destino dentro de uma alinça e singir com óleo do mais puro sentimento!
Todo farpado clamo por sua história, seu amor!
Pedindo a deus que não seja mais forte que sua singularidade de femêa!
Ah!!!! como quero lhe contar de um castelo,
feito de jazidas infinitas de proteção e luz
Vc e as mil e uma maravilhas que se seguem de sua companhia!
Se sua poesia tem o teor da manhã,
Então o orvalho da noite na madrugada faz o ensejo de sua alvorada,
onde me prendi como um louco,
e as sequelas aindam caminham pelo meu corpo!
Em sonhos que me aproximo de ti!
Vou decorar todas as passagens, onde correm suas palavras,
e esperar mais uma manhã pra te coroar com grinaldas de meu olhar mais atento!
Que tiro de seus movimentos enquanto compassas por entres portas e chãos que afligem -se de tua existência.
Por isso Sherazade atravesso a poesia, onde vc não está.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

desvio


Recorro a tú mártir na encruzilhada!!!
Estou prestes a explodir seus desígnios
Tão puro é meu passo num caminho, tão reto!!!
Tão livre é meu peito em revolta!
Venceu o desvio no asfalto urbano!!
Perdeu a curva de seus bens mais preciosos!!
Apostei em mim e gerei em você.
Como posso estar maduro?
Como sigo adiante sem seus fatos!!!
Estupro meu sangue a cada nova investida!!
Meu eu é meu mais prudente átimo!
Estamos declarando nosso passados a novos cúmplices!
Espasmo aqui estas palavras sem documento, ainda nocivas !
Sem lei! Quero creditar na vida!
Delíro no meu colírio, viajo, bebo e trago!
TransubistânciaçÃo, transliterada e fogosa - disse o diretor!!!
Agrega em mim todos os desvios sintomáticos, febre minha alma nesse verbo!!

sábado, 21 de novembro de 2009

contas


Perdi as contas em quantas vezes investi no capital amoroso!
Lembrei dos excessos de luxúria e dor!
Corri alguns quilômetros pra refazer meus sentidos!
Umas outras na intensidade do índigo atravessaram a braguilha.
Tacadas extremadas na versão nova do entender.
Mergulhos no mar pra surrupiar a fração do amar.
Me entendi nas esquinas de uma cidade luz..
Quero ver seu corpo refletir seu gozo mais intenso!
Samba nas paragens do avesso só pros inexpertos.
Canta pra minha carne dilacerar e some logo de manhÃ!!!!!!!!!!
Nas trevas, piratas bebem rum com coca cola!!!!!!!
E vc a criar uma ilusão nos temas atuais.
Quero amar sem sentidos pra me picar na dor da escolha de seu corpo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

cravado



Deve estar fazendo muito calor lá fora!
46 graus numa atmosfera refecente de quente!
Pescoço aturdido e aquela sensaçÃo estável no peito.
Os tênis gastos correram toda sua orla atrás de quê?
Em cada passo cabem milhões de notas, sustenidos e bemóis,
explico melhor a realidade a ninguém, acredita?
Fala que vem e morre na praia com meu corpo cravado no mar.
Um teco numa quilha brother tira vc da onda!
mesmo assim, o meu coração passa por uns semblantes aturdidos.
Circo com palco giratório é o que querem!!!
Mais eu vejo uma gringa rodeada de pretos pobres conversando em brasileiro!!!!
Cidade-pedra que muda a luz dos morros és tú mais além de uma ligação humana.
Uma não vontade atroz espuma na órbita do meu real.
Bailarina nua, se revela na luz do teatro,
e um mergulho numa piscina de mar, entre as pedras do alto a linha do horizonte grudado ao mar meu corpo cola no seu entardecer...
escreva no meu corpo mais uma vez assim cravado....

sábado, 17 de outubro de 2009

locco


transgredi todas as normas a dois
infligi drama aos personagens comuns
dilacerei corações clamando indugência
gozei das dores provocadas na aorta do meu peito
parti o algoz da liberdade
revi conceitos de estima
exagerei na minha solidÃo mútua
creio nos preságios do Deus para aliança futura
onde domina os valores do viver
extingui seu ciclo ideal
não sou parte integrante do todo
viajante sem destino
tendo como obra póstuma minha morte
desfigurar o amor pra ver a carne pululando
sempre pensei numa alternativa lúgubre
mesmo sendo Byron desfrutei do arranca corações
agora me encontro numa esquina repleta de pessoas
e uma dor de não te comido aquela estrela
segue a nau do injustos
desejando que aquele coro extremeça sua lembrança
vamos bater cabeças num show de head-barguers
eu amo tua carne
assa a minha justi=fica=ativa
locco são os que seguem o destino

domingo, 6 de setembro de 2009

fusco


O cio de tudo que não faz parte da pervesa condiçÃo de possuir!
O baixo das contradições mais ilárias.
Fomento a propriedade mais intensa em seus lábios.....
Sob meus pés o mármore de melhor estirpe!!!!!!!
Rindo com a vencedora da palma de ouro.
Jam session com todos os songs books!!!!!
Delícia ter a Lagoa sob a luz colorida dos postos da Hudson!!!!
O fusco mais claro não se pode ver.
Assim amo me afogar!!!!!!
Claro e intenso no preto eficiente.
Acima de tudo nenhuma letra incorreta no rodapé do drama!
Tão distante nem vejo seu rosto ofuscado na trama da soberba.
Liga mais não funciona, acende mais não queima, chora mais não se emociona!!!
Assim fico fã do lusco-fusco da lagoa que me diz :
O que rebrilha sobre as águas têm sabor de sonho

sábado, 29 de agosto de 2009

corrida


Correr de todos que leram grandes clássicos.
Lembrar de amores que não realizaram percursos!!!
Não lembrar de ti no auge da madrugada.
Solicitar a dor num paliativo qualquer.
Porquê se seus lábios me chamam da escuridão idolatrada?
Vou correndo pra dentro das portas.
Nem cansado. Nem acuado. Olhando as escolhas...
Correr pra agredir a face excusa do comum.
Ninguém diz nada só seu olhar é o mistério.
Claro! A americana no lado mais popular da Guanabara.
É seu desejo que eu corra pro amálgama. Na sua carne.
O sol origem daqui favorece gastar meu destino.
Respiro fundo pra te mostrar meus dentes nervosos!
Correr traz o balanço do tempo desesperado.