quinta-feira, 12 de novembro de 2009

cravado

Atmosfera refecente de quente!
Pescoço aturdido e aquela sensaçÃo.
Os tênis gastos correram a orla.
Passo que cabe notas, sustenidos e bemóis.
Explico a realidade a ninguém.
Vem na praia com meu corpo cravado no mar.
Circo com palco giratório é o que querem!
Cidade muda.
Uma não vontade.
Nua na luz do teatro.
Entre as pedras do alto a linha do horizonte grudada
No mar meu corpo cola ao seu entardecer.
Escreva o corpo mais uma vez cravado.

Um comentário:

Anônimo disse...

Que mergulho bão!
bjim
valéria