sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

foge

Então olha!
Dos ventos a distância do mundo!
Viver num país gigante é ter passos largos.
Casa de minas e as águas de netuno.
Uma mente esquadrinha lugares.
O vermelho em que escrevia disabor, ele sumiu!
Dando risadas mesmo no torpor do indolente.
Não sou mais uma exceção e nem fujo a regra.
Limítrofe que amo, o cigarro veio depois!
Psicologia de uma cor de jambo!
Faz berrar pro nada no seu ouvido!
Escuta atroz que desejei.
Fiel em distâncias.
Desdêmona ouvirá as conquistas!
Rio trêmulo!
Suave canta ela pra acordar.
O nome assim, doce e sorrindo!
No fim do arco -íris no meio de uma cidade populosa!
Foge.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

teza

vertigem, superação, conceito,transe,gozo,exaltação,verve,vemência,prularidade,camarinha,sangue,fogo sagrado,siderado,figura,transfiguração,mergulho,liberdade,átimo,brilho,freme,
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oração,dorso,atingir,conquistar,salvar,sair,fugir,ver...e segue a língua teza!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

solto

Assomado de intenções avesas a quietude.
Extremado de irrealização sobre as discórdias.
O fruto das intenções boas.
Soberba que transcende a esfera de tocar o desejo.
Crescendo o sexo entumescido que louva!
A despeito de não pontuar este verso.
Corro risco de detê-lo por nada.
Faça seu real sentido!
Escolher a razão do consciente?
Solto penso não poder.
Sobrecarrego o que acredito no texto.
Meu pensamento ferve e pede companhia.
Signifiquei ao guia uma expressão sábia.
Torço por isso.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

sombra

Pela chuva batido nas pedras um incompreendido.
Têm uns vãos nos entremeios do irresoluto.
Cura o cansaço e rouba o sussurro do ouvido!
Vários correm da chuva, do céu cinza, da curva cega!
Permaneço estacionado no tempo da velocidade!
Queria lembrar de mim nos seus olhos....
A sintaxe sinergética da dipirona.
Regra básica de uma exceção!
Poesias para escrevê-las num ato falho.
As lágrimas num rosto de porcelana!
O abismo, os povos, riram da certeza!
A sombra da vertigem fortalece a estada lá longe.
Sem final corrijo o desatino.
Os corpos vibratéis soluçando gozo!
Agarre os cabelos e diga a palavra certa!
Invente um ano e os figurinos novos.
Pode ouvir o som?
Vou subir as escadas olhando o mato!
Olhar pro fundo dos olhos que te vê.
Cavar a estaca bem fundo na sinceridade!
Exclamei tudo em ativismo!

domingo, 25 de janeiro de 2009

vermelha

O solícito produz todos os tons a dama.
Pensei em nada que prescisava ser de novo o novo.
Agradeci pois seu corpo, dizia risos.
Contei de toda sorte de desavenças e resistiu!
Bravo coração não acamado.
Deixa e crê no caminho errado.
Conversa franca pra esquecer todo desprezo.
O deserto da emoção!
Labirinto desvairado de mim!
Gritar agora chorar os vencidos da dor!
Saber que martírio maior é melhor na carne.
Cruzei por sua carne vermelha.
A verve chora suando gozo!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

roda

O forte prazer de rodar sobre Copacabana!
Acompanhado de uma mulata e seu salto!
Olhar o calor e o mar excede o corpo!
Olhou nos olhos e cruzou as pernas!
Quando tive, pude mais que o tempo!
Poderia esbanjar aquelas curvas!
Diga sim o meu nome e faz saber!
Destaca uma rainha de bateria!

sábado, 10 de janeiro de 2009

667330

O carro de volta ao começo perdido.
Numeração que não se mostra!
Precipito o começo sem demandas.
Um bilhete de passagem .
Falas perdidas em meia conversa.
Morri no mundo, e me mandaram de volta.
Tento barrar rota procedência!
Matei minha invulgar região
Deixei no tempo pra devorar tudo!
Daí desperto pra esquecer!